Óleo de Soja

O Que É, de Onde Vem e Por Que Evitar

O óleo de soja é um dos óleos vegetais mais consumidos no mundo — e também um dos mais controversos quando falamos de saúde. Extraído dos grãos da soja, ele começou a ganhar espaço nas prateleiras e nas cozinhas no início do século XX, com o crescimento da indústria alimentícia e a busca por alternativas mais baratas às gorduras animais.

Origem e História
Antes da popularização dos óleos vegetais, nossos avós cozinhavam com banha de porco, manteiga ou sebo bovino. Essas eram as gorduras tradicionais, naturais e nutritivas. No entanto, com o avanço da industrialização, começou-se a extrair óleo de sementes como milho, canola, algodão e soja — um processo altamente refinado, que envolve solventes químicos como o hexano e altas temperaturas. 

O óleo de soja passou a ser vendido como uma alternativa "mais saudável", especialmente a partir das décadas de 1950 e 1960, quando surgiu a demonização das gorduras saturadas e do colesterol. Essa narrativa foi apoiada por grandes interesses econômicos, e com o tempo, o óleo de soja foi promovido como alimento “do bem”, apesar da falta de estudos sólidos na época que comprovassem sua superioridade.

O Problema com o Óleo de Soja
O óleo de soja é rico em ácidos graxos poli-insaturados ômega-6, especialmente o ácido linoleico. Embora o ômega-6 seja essencial em pequenas quantidades, seu excesso pode causar inflamações crônicas no corpo. E é exatamente isso que acontece quando consumimos grandes quantidades desse óleo, presente em quase todos os alimentos processados: salgadinhos, biscoitos, molhos, frituras e até produtos rotulados como “saudáveis”. Inclusive em fómulas para bebês!

Ainda não se tem estudos científicos que comprovem isso, mas, observa-se que:
- As pessoas desenvolvem melasmas e cânceres de pele quando estão em pleno uso dos óleos de sementes (soja, canola, girassol, etc.)
- As pessoas com dieta de óleos vegetais se queimam ao Sol facilmente.
- As pessoas com dieta sem uso de óleos vegetais pouco ou nada se queimam ao sol nem desenvolvem melasmas e cânceres de pele.
- Melasmas e cânceres são doenças que não ocorrem em tribos que tomam muito Sol e não fazem uso desses óleos.
- Na atualidade, há aumento do câncer de pele. Porém nunca se tomou menos Sol e se usou mais protetor solar que hoje em dia!

Logo, o problema não é tomar Sol na pele, mas tomar Sol na pele inflamada pelos óleos vegetais de sementes!

Além disso:

É altamente oxidativo: o óleo de soja oxida facilmente quando aquecido, liberando compostos tóxicos como aldeídos, que estão associados a doenças neurodegenerativas e cardiovasculares.

• Desequilíbrio ômega-6/ômega-3: o excesso de ômega-6 prejudica o equilíbrio com o ômega-3 (anti-inflamatório), favorecendo doenças como obesidade, diabetes tipo 2, Alzheimer, problemas articulares e distúrbios autoimunes.

• Pode afetar a função hormonal: estudos indicam que o consumo elevado de óleo de soja pode influenciar negativamente hormônios e até a função cerebral.

• A maioria é transgênica, por usar milho, soja etc. transgênicos. Isso significa que os grãos foram geneticamente modificados em laboratório, geralmente para resistir a agrotóxicos como o glifosato — um herbicida agressivo e relacionado com o aumento do câncer e das doenças neurodegenerativas. E sendo assim, estão contaminados por glifosato.

E o que é mais saudável, então?
Gorduras naturais e minimamente processadas, como: 

• Banha de porco (de animais criados soltos)
• Sebo bovino ou gordura de pato
• Manteiga e ghee
• Óleo de coco extra virgem
• Azeite de oliva extra virgem (em temperatura ambiente – não usar para cozinhar, apenas na finalização do prato) 

Essas opções são mais estáveis ao calor e foram consumidas por gerações, muito antes da explosão das doenças crônicas modernas.

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